segunda-feira, 6 de maio de 2013

CONHEÇA HELENA LOPES A MUSA NERD DA INTERNET



Nem todo nerd é homem...
Nem toda nerd mulher é feia!
Esta definição se encaixa bem no perfil de Helena Lopes, que possui inúmeras qualidades  e um gosto bem eclético. Porém ela mesma não se considera uma nerd e sim uma pessoa multifuncional.   


Mas polêmicas a parte um fato é inegável: O conhecimento desta garota em relação a quadrinhos vai muito além do que o de muitos fãs veteranos por aí.
Helena é fã do Batman, ajuda a administrar várias páginas sobre ele no Facebook sob o pseudônimo deCatwoman e tem um Canal no Youtube aonde posta vídeos comentando quadrinhos e filmes baseados em HQs como a recente crítica do Homem de Ferro 3.
E como se não bastasse tudo isso, essa gracinha ainda está escrevendo um livro que por enquanto ainda tem sua trama em segredo.

A seguir uma entrevista exclusiva com Helena que conta um pouco sobre sua vida e sobre suas atividades quadinísticas.
Obs: o atual twiter da Helena não é mais esse da foto acima e sim @helenalopesh
Oi Helena! Obrigado por aceitar participar dessa entrevista. Me fale um pouco sobre você, aonde nasceu, mora e o que faz.
Tenho 16 anos, nasci no  interior de Roraima e atualmente sou acadêmica de marketing.


Desde quando começou interessar-se por quadrinhos?

Aos 08 anos de idade, quando li um quadrinho da Tomb Raider.


Como foi que resolveu fazer vídeos comentando sobre filmes e HQs?

Comecei a fazer por pedido de um amigo, como o vídeo foi bastante aceito resolvi fazer outros e assim faço até hoje.

E quanto aos grupos do Facebook que você ajuda a administrar? Me diga quais são eles e como surgiram os convites. Algum deles foi criado por você mesma?
Bom, eu administro Batman CômicoBatman da DepressãoBatman - A Trajetória, e Nerdices. O único que eu mesma e recentemente criei foi o Nerdices.

Já sofreu algum preconceito nesta área por ser mulher?
Já. E muito. E o que mais me irrita é que ainda existe o boato de que quadrinhos e  games são ‘produtos’ masculinos, o que é um mito. Hoje em dia 40% das pessoas que gostam dessas coisas são mulheres.

 E o fato de ser bonita, ajuda ou atrapalha?
(risos) Muito lisonjeiro de sua parte, mas a verdade é atrapalha. Já fui modelo e os homens ainda se recusam a acreditar que eu possa ter algum interesse, e algum conhecimento neste universo.




Você gosta da Mulher Gato e se denomina Catwoman. Me fale sobre essa sua preferência pela personagem.
Amo ela pelo fato de ser uma ladra irreverente, forte, conquistadora, sociopata e ao mesmo tempo uma pessoa sensível e, como em algumas histórias relata apenas uma mulher tentando apagar seu passado para recomeçar e seguir em frente.
A verdade é que eu acredito que nossa preferência por um personagem não é nada menos do que coisas em comum que temos, ou que acreditamos ter com o tal. No meu caso, eu acredito ser forte e irreverente assim como a Selina, tendo assim minha preferência.

Uau! Sei que também está escrevendo um livro. Poderia adiantar um pouco sobre a história?
Uma pena, mas não posso. Apenas posso dizer que é uma história futurista!

 Você diz que foi modelo. Sei que também faz aula de canto não! E também curte fotografar! Com todas essas características diversas tais como gostar de literatura, quadrinhos, fotografar, cantar, escrever e ter um conhecimento acima da média, características estas típicas de um nerd, você diz não se considerar uma nerd. Porquê? Muita modéstia? (risos)
Simplesmente não me considero. Acho que pessoas com muito conhecimento não devem ser chamadas de nerds, e sim o que elas realmente são: pessoas inteligentes, ou pessoas multifuncionais.. que é o meu caso! (risos)


Você tem muitos fãs? Como faz para lidar com isso?
(risos) Não tenho fãs, somente algumas pessoas que gostam do que eu faço, e eu lido muito bem como isso, até porque não é algo de outro mundo. Recebo muito carinho e respeito dessas pessoas, e tento retribuir da melhor maneira possível!



O que você está colecionando no momento? Parece que aí em Boa Vista há uma certa dificuldade para adquirir algumas revistas...
No momento apenas livros do Sherlock Holmes e quadrinhos do Batman em preto e branco. Realmente é muito difícil, aqui simplesmente não tem mercado para colecionadores.
O que você mais gosta de ler além de quadrinhos? Cite alguns autores de sua preferência.
Sou apaixonada por qualquer tipo de livro, mas os que mais prendem minha atenção são os livros de aventura e mistério. Meus autores prediletos são VerneDoyleJ. R. R Tolkien eRiordan .

E para finalizar a clássica pergunta: Qual o recado você deixa tanto para seus fãs quanto para os colecionadores?
Não basta apenas você gostar de algo, você precisa viver esse algo. E é isso que faz esse nosso universo, ou pelo menos esse meu universo ser algo indispensável.




Agora fique com alguns vídeos da Helena e não esqueçam de inscrever-se no canal dela no Youtube.

MULHER GATO EM 5 MINUTOS!


FLASH EM 3 MINUTOS


LIGA DA JUSTIÇA DA AMÉRICA #1 - RECRUTAMENTO (4 MIN)




Hera Venenosa, Robin e Asa Noturna (5 min)




Homem de Ferro 3 - COMENTÁRIOS






Ricardo Quartim:
Membro da equipe da revista Mundo dos Super-Heróis, aspirante a escritor com uma obra ainda não publicada, “Os Senhores de Ur”, colecionador, advogado, ex-modelo e monitor técnico de musculação esportiva .
http://www.chamandosuperamigos.com.br/2013/05/conheca-helena-lopes-musa-nerd-da.html
Para ver os videos:  

Onde está vc Aranha Negra RLSH???????????? Entre em contato...

http://www.facebook.com/pages/Gaucho-Negro-RLSH/440552756004547










Kurt Busiek e Alex Ross lançam o universo de Jack Kirby


Por Renato Lebeau |
Diretamente do SOC! TUM!POW! – por Doctor Doctor
Apesar de nos anos 80 e 90 estar afastado das gigantes Marvel e DC – embora ainda fizesse algo para a última – Jack Kirby continuava trabalhando com quadrinhos e criou uma série de personagens inéditos que não se tornaram tão conhecidos pelos leitores. Mas, estas criações estão prestes a serem resgatadas e ganharão novas aventuras em Kirby: Genesis, na qual veremos o nascimento de um novo universo de heróis.
É imprescindível, antes, lembrar que na década de 80 Kirby estava trabalhando para a Pacific Comics onde tinha total direito sobre suas criações. Nesta época criou a série Captain Victory and the Galaxy Rangers [Capitão Vitória e os Patrulheiros da Galáxia] e a minissérie Silver Star [Estrela de Prata]. Em 1993 criou para a Topps Comics o que ficou conhecido como Kirbyverso, uma gama de novos heróis além daqueles criados para a Pacific.
Nesta época Silver Star e Captain Victory chegaram até mesmo a ganhar suas próprias minisséries, as quais foram escritas por ninguém menos que Kurt Busiek, embora estas nunca tenham sido concluídas.
Agora, quase duas décadas depois Kurt Busiek revisita algumas destas criações de Kirby e vem em ótima companhia, pois contará com todo o talento e conhecimento de seu antigo parceiro Alex Ross, com quem produziu nos anos 90 a épica minissérie Marvels. Juntos eles propõem reunir em um só lugar todos os heróis criados pelo “Rei” naquele período, e este lugar é a minissérie em 6 edições Kirby: Genesis, que será lançada pela Dynamite Entertainment, a qual adquiriu da família de Jack Kirby os direitos sobre estas criações.
De acordo com Ross a intenção com este material é trabalhar de maneira inédita com várias criações do artista, mas de maneira original o suficiente que não coincida com qualquer outra coisa que já tenha sido produzida com eles. Para tal a dupla pesquisou muito em cima de rascunhos e anotações originais de Kirby em busca de qualquer coisa que pudesse servir como peça da história.
“Alguns são personagens que vocês já viram antes, como Captain Victory e Silver Star”, explicou Busiek em entrevista concedida por ele e por Ross ao Comic Book Resources. “Alguns são personagens que vocês já viram em uma forma diferente. Alguns são somente coisas parecidas como quando ele fez o design de cinco personagens para Novos Deuses que foram publicados no portfólio de deuses e que nunca foram usados na série. Nós não sabemos qualquer coisa sobre o que ele pretendia para estes personagens, mas nós pegamos estes cinco que foram desenvolvidos tão rudemente e os reservamos para a série. Então, estamos mantendo eles como um grupo”.
Em Kirby: Genesis veremos, portanto, ideias e personagens que foram rascunhados pelo desenhista mas que nunca foram vendidos para qualquer editora ou nunca foi feito qualquer coisa com eles, como por exemplo Calpurnia, um personagem que ele havia criado para a peça de teatro “Júlio César” que estava sendo produzida por um colégio local. “Isto é um personagem! Eu não sei onde ele ia usá-lo, mas o uniforme é tão forte que nós podemos tirar um personagem disto”, revelou Busiek.
Como se já não fosse difícil o suficiente usar vários personagens de Kirby de maneira totalmente inédita a dupla ainda precisou pensar em como colocar todos em uma mesma histórias de maneira coesa e crível. Segundo Busiek está sendo feito um esforço para criar uma cosmologia que seja plausível e capaz de sustentar a si mesma.
Haverá um arco principal que irá ligar todas estas criações a um ponto central, como explica Alex Ross: ” As coisas vão explodir a partir de lá e começarem a se revelar na série”, disse, e provavelmente este arco estará ligado a deuses, tema tão bem explorado e desenvolvido por Kirby. “Ele trabalhou com deuses em várias empresas, incluindo a Marvel e a DC. Então há uma continuidade deste pensamento que tanto o empolgou”. No entanto, a intenção da dupla é, ainda assim, apresentar algo nesta seara que o próprio Kirby não tenha explorado.
Além disso a trama terá um personagem principal que centralizará toda a história e que assim como em Marvels será uma pessoa comum que testemunhará grandes acontecimentos ao seu redor. “Mas enquanto alguém como Phil Sheldon é uma testemunha do início de algo que todo mundo conhece a forma final, este cara começa a ver as coisas acontecendo no mundo ao mesmo tempo que os leitores”, disse Busiek.
Recentemente escrevi sobre Jack Kirby para a revista Mundo dos Super-Heróis e foi naquele momento que entrei de fato em contato com seu trabalho. Nas primeiras leituras continuava com a mesma impressão que sempre tive dele, ou seja, nada demais. Porém, conforme as edições foram se concatenando umas às outras em seu trabalho com o Quarto Mundo e fui percebendo a riqueza que transbordava de suas criações compreendi porque ele é considerado o rei dos quadrinhos.
Hoje, após ter lido muitas de suas histórias confesso sem medo que o acho um dos maiores quadrinistas de todos as gerações, senão o maior, e ver agora que criações fresquinhas deste gênio estão sendo resgatadas e exploradas pela dupla responsável por Marvels e também autores de séries ímpares em trabalhos solo como Astro City e Justiça é uma notícia que me enche de entusiasmo. Afinal, estamos vendo o nascimento – ou a gênese, se preferir – de todo um novo universo: o Kirbyverso.

Heróis em dobraduras...Grégoire GUILLEMIN










Fighting American de Jack Kirby



Fighting American

John Flag was a scrawny average every day joe that wanted to serve his country. Voluntering for a secret goverment experiment John Flag became the Living Legend from WWII, The Fighting American!



 No recent wiki edits to this page.

Origins

Fighting American was created by Joe Simon and Jack Kirby in retaliation for "issues" with the rights toCaptain America. The first issue of Fighting American introduced readers to patriotic newscaster Johnny Flag, a war hero known for warning America about the dangers of communism. Those self-same communist agitators promptly beat him close to death, but on his deathbed he asked his feeble brother Nelson (who had been scripting Johnny's red-baiting speeches all along) to carry on his fight. Days later the army summons Flag to a secret lab where he is given a costume to fit his revitalized body, a sidekick named Speedboy, and enhanced superhuman abilities to fight bad guys as The Fighting American. The villains he fought were mostly for comic relief, with names such as Double Header, Hotsky Trotsky, and Round Robin.

Litigious Origins

In the 1990s, Marvel began a revamp project titled Heroes Reborn, bringing Jim Lee and Rob Liefeld and their creative teams back to Marvel on its core hero titles. Rob Liefeld's writing was not well received despite being the highest selling Captain America run at the time; 6 issues into his Cap run he was kicked off. In response, Liefeld created Agent America: an answer to Cap and a way for Liefeld to get to use his remaining planned work from the Marvel run. Marvel put a lid on that quick. Then Liefeld discovered a similar situation happened to Simon and Kirby when they created Fighting American. Liefeld called the last survivor of the two families to obtain the rights to produce the comic. A little redesign, a modification here and there, and Fighting American was ready to soar again!

Fighting American in the 90s

The new Fighting American was still named John Flag, and was still a young man who volunteered for a government experiment and came out the government's #1 super soldier. Equipped with his own shield, Fighting American went out to do his duty to protect his country. He had a trusted sidekick partner named Speed Boy (based on Bucky Barnes). Speed Boy was presumed dead only to resurface years later as a deadly assassin (similar to Bucky's own transformation into Winter Soldier). Fighting American had a few of his original rogues return as well, like Round Robin and Double Header. John Flag retired after the war and after he lost his partner. He came back into action once he heard that the Iron Cross was back from the dead. Fighting American was teamed up with a spunky new sidekick named S.P.I.C.E. Fighting American had a few allies who were introduced throughout his series such as ThorDiehard, and Supreme. Fighting American quickly became a cornerstone of the Awesome Universe and was set to lead The Allies team book before the company folded.

NOVAS FOTOS DO "O HOMEM DE AÇO" MOSTRAM AS FASES DA VIDA DO HERÓI




Novas fotos foram liberadas  do novo filme do Superman  O Homem de Aço e juntamente com elas o novo banner acima.
As imagens mostram a evolução do personagem como se fosse um álbum de família registrando momentos importantes de sua vida em ordem cronológica desde o nascimento até a fase adulta.  

As fotos lembram uma animação do Superman da década de 80 aonde no final de cada episódio havia um micro episódio denominado  Álbum de Família .


São cenas tão naturais que parecem reais! Vejam: 
Em Krypton com o planeta prestes a explodir Jor e Lara El despedem-se do pequeno Kal momentos antes de envia-lo para Terra.
Jonathan e Martha Kent adotam o bebê  vindo de Krypton e dão-lhe o nome de Clark
Alguns momentos que mostram uma relação típica entre pai e filho: Na pescaria, na feira de ciências da escola. Segundo a legenda "Clark e Jonathan compartilham um vínculo especial."
Momentos lúdicos que lembram uma pintura de Norman Rokwell
Clark é frequentemente alvo de bullying  mas é defendido por seu pai adotivo que chega no exato instante.
Momento em que Jonathan conta à Clark a verdade por trás de suas espetaculares habilidades. 
Isto é um trabalho para...
Homem de Aço estreia em 14 de junho nos EUA e 12 de julho no Brasil
Ricardo Quartim:
Membro da equipe da revista Mundo dos Super-Heróis, aspirante a escritor com uma obra ainda não publicada, “Os Senhores de Ur”, colecionador, advogado, ex-modelo e monitor técnico de musculação esportiva .

O que vcs acham????????? concordam com o ministro Joaquim Barbosa?