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quinta-feira, 16 de março de 2023
terça-feira, 14 de março de 2023
segunda-feira, 8 de agosto de 2022
sexta-feira, 1 de outubro de 2021
quinta-feira, 30 de setembro de 2021
Mistério em Camaçari na Bahia!
O olho do furacão!
Bairro Ficam 1 e 2 - Em formato de vértice, no olho do furacão está uma praça!
Vc conhece no mundo, outro lugar com o mapa em vértice? mande nos comentários!
Prazer! Praça da Lua!
sábado, 12 de janeiro de 2019
quarta-feira, 5 de dezembro de 2018
Histórias Reais e Misteriosas 4 - O Terror que vem do céu!
No ano de 2001 eu era presbítero da Igreja Luterana da Renovação da qual eu era membro, e servia a igreja na pequena cidade de Bom Jesus, na serra gaúcha. Lá eu fazia basicamente toda a função pastoral, mesmo sem nunca ter sido ordenado pastor. Eu administrava a comunidade, pagando suas contas, fazendo sua contabilidade, oficio que aprendi com o irmão Idú Prado, e presidia os cultos com a ajuda do irmao obreiro Nílson Soares e sua esposa Sandra. Naquela cidade passei por muitas dificuldades, financeiras, morais, espirituais e de relacionamento. Era uma igreja muito problemática. Naquela cidade fui assediado por uma conhecida sociedade secreta e a partir da minha recusa em me tornar membro da mesma, minha vida e meu ministério ao Senhor se tornou mais combatido e atribulado do que já era. Naquela época eu apresentava na rádio Aparados da Serra que era pelo menos na época uma autarquia municipal o Programa Palavra de Fé, que era um espaço da igreja, pago por seus membros que o patrocinavam. Tinha boa audiencia, sendo que quando resolvi pegar pedidos de oraçao pelo tel da rádio um bom numero de pessoas ligavam. Eram 30 min de programa. Primeiro era semanal, depois passou a ser diário. Lá naquela cidade cometi erros, lá cometeram muitos erros comigo e contra mim. Lá passei por situações incomuns e absurdas que só posso explicar como sendo resultado de represálias da dita sociedade secreta. Mas essas são questões administrativas.

Quero me deter nas questões de natureza espiritual. Naquela época eu me encontrava ainda no primeiro amor e levava muito a sério minha vida espiritual. Eu sempre dormi pouco e em virtude disso tinha muito tempo livre para orar. E orava. Oraria muito mais se nao tivesse de cumprir funçoes administrativas. Mas o tempo que tinha livre passava com o meu Senhor. Não vou entrar em detalhes, mas o que acontecia na cidade de Bom Jesus dentro e fora da comunidade local e da igreja me afligia muito. Numa tarde estava eu sozinho em casa orando, quando passei por uma experiencia terrível e inesquecível que passo a narrar agora e que aconteceu pouco tempo depois de eu recusar o convite da dita sociedade secreta. Estava eu orando já a algumas horas, quando me vi parado em frente ao prédio da igreja, que funcionava naquela época conjugada a oficina mecânica do irmao Nilson. Era uma construçao de esquina em uma encruzilhada. Era um dia ensolarado quando vi no céu vindas de todos os lados, nuvens grossas e escuras de chuva e senti um vento forte que se aproximava. As nuvens eram tão escuras que vinham lentamente e por onde passavam simplesmente virava noite. Mas havia algo errado. Não eram nuvens naturais. Onde elas passavam uma negridao completa e sobrenatural se instalava. Nem luzes artificiais brilhavam. O mais completo breu. Aquelas nuvens vinham lentamente na direçao da esquina do templo provisório da igreja. E eu estava parado na esquina onde havia sol. Quando aquela nuvem descia a rua que passava na frente do prédio da comunidade, vi que vinha a frente da nuvem, em silêncio, um homem. A cada passo que ele dava a nuvem vinha e avançava e o espaço do passo dado se tornava noite. Recuei um pouco e pude ver o homem. Ele estava completamente de preto. Roupas coladas ao corpo, pele muito branca e olhos totalmente negros.
Ele nao possuía a parte branca dos olhos. Ele continuou avançando em direção ao templo e eu senti naquele momento que algo muito terrivel estava por acontecer. Sempre fui muito belicoso e quando vi que ele avançou e a escuridao alcançou a ponta de cima do prédio da oficina num impulso de desespero pedi ajuda a Jesus e avancei contra ele. Quando me choquei contra esse homem tudo explodiu com um som terrível de vidro sendo quebrado, como muitos espelhos quebrando e voltei a mim completamente encharcado de suor, na mesma posição em que eu estava antes quando comecei a orar. Ajoelhado. Não tive duvidas de que havia passado por uma experiencia sobrenatural. Usei dois dias depois o programa de rádio para pedir aos irmãos oração. Eu nao sabia o quê mas sentia dentro de mim que algo terrivel estava por acontecer na cidade. E me angustiava muito não saber exatamente o que era. Pedi ao Senhor discernimento sobre a visao, mas os céus pareciam de bronze. Até que veio. Exatamente uma semana depois dessa "visão" minha ex mulher estava a trabalho em Vacaria e eu posava sozinho em casa quando o César que era o dono da casa que a igreja alugava para minha moradia, veio da sua casa que era na frente do pátio para a minha que era nos fundos e ficamos conversando. Já havia passado da meia noite e devido a um forte chuva que havia começado antes, faltou a luz e estávamos no escuro. Acredito que lá pelas duas horas da madrugada, ainda conversávamos e ouvimos um ruído muito forte de um avião baixo e ouvimos o som de telhas quebrando meio longe e eu lembro de dizer ao César: Ih... vai ter destelhamento de casas. Ele foi para sua casa e fui dormir. Chuva muito forte. Acordei lá pelas 07 e meia da manhã com o telefone tocando.

Atendi e era uma das professoras da escola onde a Sandra era diretora perguntando se ela e o Nílson estavam bem. Não tinha luz. Respondi que achava que sim e perguntei porque a pergunta. A mulher disse que ouviu na rádio Esmeralda de Vacaria que tinha dado um vendaval e que algumas casas tinha sido destelhadas. Prometi ir verificar e mandar noticias dentro de uma hora. Tomei meu café, me agasalhei e saí na frente de casa para ir até lá. Eu morava na avenida principal de Bom Jesus. Quando saí na rua tive uma visão que nunca esquecerei: mais ou menos duas quadras pra baixo de onde eu morava, na regiao do salão de reuniões da igreja, a oficina do obreiro Nilson, estava tudo arrasado. Como se fosse uma zona de guerra. Vi várias casas destruídas e algumas semi destruídas e uma multidao de pessoas com caminhões e camionetes salvando o que havia restado dos móveis de cada um. Vi um fogão a lenha em cima de um eucalipto! Corri para lá para saber dos irmaos e felizmente estavam bem. A casa deles ficou só com as paredes em pé. O teto foi completamente arrancado. Farpas de madeira estavam cravados na parte da frente da casa. A destruiçao era muito grande na regiao onde vi a escuridao na visão. Na oficina/igreja havia derrubado uns poucos tijlolos na esquina. Levamos os pertences salvos dos irmãos para o templo e colocamos tudo lá. Foi uma semana quase sem luz e arrumando destroços. Mais de 50 feridos, duas mortes. A vózinha mãe do Marcelo que era um rapaz especial, e a Camila, moça lindissima, muito querida e educada que se nao me engano havia sido ou estava concorrendo a garota verão. Filha de um brigadiano que em uma semana se mudaria para Caxias do Sul. Muito triste essas perdas. A rádio aparados continuou operando por gerador. Fui na rádio e lá fiquei sabendo que havia sido um tornado com ventos em espiral a 120 km horários. Era o que dizia no boletim meteorológico que nunca foi divulgado pelos meios de comunicaçao. Muito triste.
Histórias Reais e Misteriosas 5 - A história mais arrepiante que vivi em minha vida.
No início desse ano trabalhei como porteiro em um prédio comercial histórico do centro de Porto Alegre. Nesse prédio passei por momentos estranhos e impressionantes. Tudo começou quando eu já trabalhava alí uns 4 meses. Do nada um dos elevadores começou a se movimentar durante a noite e a madrugada. Em todos os turnos da noite era feita uma ronda andar por andar as 22 hs para se certificar de que não havia ficado ninguém no interior do prédio. Após essa ronda, de hora em hora era feita uma ronda menor, para bater caneta nos lugares onde haviam bottons. Todas as luzes dos andares e da escadaria de incêndio do prédio eram com sensor de presença.
No primeiro dia dos acontecimentos o elevador por volta da meia noite subiu para o nono andar. Fiquei aguardando para ver se iria descer alguém que porventura estivesse no interior de algum escritório. Como não desceu ninguém e o elevador permaneceu no nono, resolvi subir para verificar. Peguei o elevador do lado e fui. Chegando lá, quando o elevador abriu as luzes do andar já estavam acesas. Olhei para a fresta abaixo da porta da escadaria de incêndio e a luz da mesma também já estava acesa. Imediatamente saquei minha faça e minha soqueira e fui proceder a verificação pronto pra tudo. Eu estava convencido de que alguém havia permanecido dentro ou invadido o prédio. Quando adentrei a escadaria, todas as luzes até a cobertura estavam acesas. Então subi as escadarias até as portas da cobertura pronto pra luta, com o ouvido atento ao menor ruído. Verifiquei todas as portas e estavam todas trancadas. Desci novamente, desci os dois elevadores e terminei esta ronda pela escadaria de incêndio até o térreo. Chegando lá relatei o acontecido no livro de ocorrências do prédio. Desde aquele dia o elevador se movimentava algumas vezes por noite entre o terceiro, o sexto e o nono andares. Sempre que verifica não ouvia ninguém nem via nada. Somente as luzes acesas.No quarto dia chegou a hora da janta e resolvi descer ao subsolo onde ficava nosso vestiário para aquecer a janta. Resolvi ir pela escadaria de incêndio e não pelo elevador. Desci as escadas e quando cheguei no subsolo o elevador simplesmente desceu e se abriu na minha frente. Saquei minhas armas pronto pra finalmente conhecer o invasor ou inquilino oculto do prédio. As portas simplesmente abriram e no seu interior não havia ninguém! Nesse momento compreendi que o que estava acontecendo era sobrenatural. Fiz uma oração repreendendo o que estava ali para que não me molestasse de alguma forma e fui aquecer meu jantar. Nos dois meses restantes que trabalhei ali essas ocorrências se tornaram rotineiras com alguns intervalos. Nunca vi nenhum vulto, e nunca ouvi nenhuma voz ou ruído estranho. Só silêncio. O rapaz que fazia a manutenção me garantiu que não havia nada de errado com os elevadores. Então resolvi pesquisar o nome do prédio na NET e fiz descobertas esclarecedoras.
O nome do prédio e o mesmo de uma famosa bruxa européia que segundo diz a lenda fugiu para o Brasil durante a inquisição. Segundo a lenda ela é imortal. A empresa perdeu o posto e fazem 4 meses que não trabalho mais ali. Ficaram as lembranças e o mistério.segunda-feira, 16 de abril de 2018
sexta-feira, 20 de janeiro de 2017
Histórias Reais e Misteriosas 3
Em 1994 eu era parte do grupo de jovens da Igreja Luterana e fazia parte também de várias atividades. O que vou narrar aconteceu em um grupo caseiro, que hoje as igrejas chamam de células. Foi convidado para o grupo caseiro aquele dia um rapaz que estava lá pela primeira vez, e do qual vou preservar o nome.
Enquanto participávamos das atividades, ele permaneceu calado, sentado sozinho em um sofá no canto da sala, próximo a porta, com o boné sobre os olhos. Sua figura era por si só estranha. Não vou descreve-lo para preservá-lo. No final da reunião, começamos um momento de oração e éramos muito fervorosos nesses momentos. Todos receberam oração, até que chegou a vez do rapaz.

Quando um dos irmãos que não recordo o nome pôs a mão na sua cabeça para orar, o rapaz se transformou: começou a praguejar com voz gutural, agitava os magros braços defendendo-se do irmão que tentava orar por ele com imposição de mãos. Outros irmãos foram ajudá-lo em oração e também a segurar o rapaz que se debatia dizia coisas estranhas e que a despeito dos braços finos e magros, levantava um irmão gordinho do chão toda vez que erguia o braço. Todos os irmãos foram pra cima em oração. Inclusive eu. Depois de muita luta, aos poucos a fera começou a amansar. Digo "a fera" porque enquanto orávamos de sua boca saíram sons de vários animais, tais como elefantes, leões, pássaros, etc. Foi a primeira vez que vi alguém possuído por um espírito maligno. E foi a mais impressionante. Assim que o demônio saiu pelo poder do Nome de Jesus, o rapaz pediu água e então os irmãos mais experientes começaram a conversar com ele para saber a quanto tempo ele sofria deste mal. Ele era muito jovem.

Ele então nos contou sua triste história. Nascera com diversos problemas de saúde. E se sentia muito rejeitado, principalmente pelo pai. Na verdade a única pessoa que ele sentia que o amara era o avô. Este avô veio a falecer e o garoto se sentia cada vez mais sozinho. Com o tempo, escondido da família passou a visitar o cemitério e o avô passou a aparecer para ele. Ele passava as tardes com o "avô" no cemitério, e este pedia notícias da família e dizia sentir muitas saudades.
Um dia o avô disse a ele que gostaria de rever a família, mas que ninguém mais ia visitá-lo. O menino perguntou ao avô se havia alguma forma de ajudá-lo. O avô respondeu que sim, mas que precisava que alguém cedesse um corpo para ele poder ir, porque em espírito não poderia sair do cemitério.

O avô pediu para usar o corpo do neto para ir e voltar do cemitério e ver a família. O menino disse sim. Então o que se passava pelo avô dele mostrou sua real forma, de um demônio horrendo, que se apossou do corpo do menino por anos, atormentando-o e causando-lhe inúmeras doenças e alucinações e visões de coisas bizarras. Isso foi o que o rapaz nos contou. E a julgar pelo quão impressionante foi a manifestação, eu acredito. Isso foi em 1994 e nunca mais vi nada tão impressionante. Mas todas as coisas incríveis que vi nesses anos todos sempre se submeteram ao nome de Jesus.

Enquanto participávamos das atividades, ele permaneceu calado, sentado sozinho em um sofá no canto da sala, próximo a porta, com o boné sobre os olhos. Sua figura era por si só estranha. Não vou descreve-lo para preservá-lo. No final da reunião, começamos um momento de oração e éramos muito fervorosos nesses momentos. Todos receberam oração, até que chegou a vez do rapaz.

Quando um dos irmãos que não recordo o nome pôs a mão na sua cabeça para orar, o rapaz se transformou: começou a praguejar com voz gutural, agitava os magros braços defendendo-se do irmão que tentava orar por ele com imposição de mãos. Outros irmãos foram ajudá-lo em oração e também a segurar o rapaz que se debatia dizia coisas estranhas e que a despeito dos braços finos e magros, levantava um irmão gordinho do chão toda vez que erguia o braço. Todos os irmãos foram pra cima em oração. Inclusive eu. Depois de muita luta, aos poucos a fera começou a amansar. Digo "a fera" porque enquanto orávamos de sua boca saíram sons de vários animais, tais como elefantes, leões, pássaros, etc. Foi a primeira vez que vi alguém possuído por um espírito maligno. E foi a mais impressionante. Assim que o demônio saiu pelo poder do Nome de Jesus, o rapaz pediu água e então os irmãos mais experientes começaram a conversar com ele para saber a quanto tempo ele sofria deste mal. Ele era muito jovem.

Ele então nos contou sua triste história. Nascera com diversos problemas de saúde. E se sentia muito rejeitado, principalmente pelo pai. Na verdade a única pessoa que ele sentia que o amara era o avô. Este avô veio a falecer e o garoto se sentia cada vez mais sozinho. Com o tempo, escondido da família passou a visitar o cemitério e o avô passou a aparecer para ele. Ele passava as tardes com o "avô" no cemitério, e este pedia notícias da família e dizia sentir muitas saudades.
Um dia o avô disse a ele que gostaria de rever a família, mas que ninguém mais ia visitá-lo. O menino perguntou ao avô se havia alguma forma de ajudá-lo. O avô respondeu que sim, mas que precisava que alguém cedesse um corpo para ele poder ir, porque em espírito não poderia sair do cemitério.

O avô pediu para usar o corpo do neto para ir e voltar do cemitério e ver a família. O menino disse sim. Então o que se passava pelo avô dele mostrou sua real forma, de um demônio horrendo, que se apossou do corpo do menino por anos, atormentando-o e causando-lhe inúmeras doenças e alucinações e visões de coisas bizarras. Isso foi o que o rapaz nos contou. E a julgar pelo quão impressionante foi a manifestação, eu acredito. Isso foi em 1994 e nunca mais vi nada tão impressionante. Mas todas as coisas incríveis que vi nesses anos todos sempre se submeteram ao nome de Jesus.

Histórias reais e misteriosas 2
Em 1986, um ano inesquecível para mim, eu e 11 ou 12 amigos, jogávamos bola no campinho da Morada do Vale 3, em Gravataí, na parada 61, quando minha mãe me chamou para ir no armazém. Muito unidos, botamos a bola embaixo do braço e fomos todos juntos comprar o que minha mãe pediu. Quando chegamos na esquina da rua Jorge Nunes, quase em frente ao armazém, um dos guris disse: Meu, olha lá!!!!!!!!!
Olhamos e vimos algo inesquecível, belo e misterioso. Na parada 60 de Gravataí, tinha uma construção antíquissima que cheguei a conhecer e chamávamos de Beneficiencia Portuguesa, porque segundo nossos pais tinha sido um asilo. Paredes grossas, enormes e amarelas, que conheci das ruínas que um dia foram derrubadas. Tinha um açude onde tomávamos banho no verão, e onde muitos morreram que chamávamos de Benê. E tinha uma caixa d'água enegrecida que existe até hoje. Pois bem, quando olhamos acima daquela caixa d'água vimos um objeto redondo, porém fino, parecia estar a poucos metros da caixa, quem sabe uns cinco, porque quase estava pousado em cima.
O ovni era dourado, tinha uma faixa luminosa no centro que girava, trocava de cores, piscava e trocava de novo. Vimos com total nitidez, era por volta de 19:30, um dos primeiros anos do horário de verão aqui no sul. Era lindo. Emoldurado pela visão que temos até hoje dos morros de Porto Alegre. Acredito que ficamos uns dois minutos olhando aquilo calados e hipnotizados. Súbito, o objeto pareceu vibrar e se moveu em velocidade espantosa em direção aos morros de poa. Nunca mais vi nada tão lindo. O que era aquilo? Um dia o Senhor há de me revelar.
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