terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Exemplo a ser seguido... um herói da vida real...


Solidaridade: Uma turista do Arizona, em visita a New York, postou essa imagem no seu Facebook, com a seguinte inscrição dirigida ao NYPD: “Hoje, me deparei com a seguinte situação. Caminhava pela cidade e vi um homem sentado na rua com frio, sem cobertor e descalço. Aproximei-me e justamente quando ia falar com ele, um policial de seu departamento, sem ter percebido que eu ia me aproximar, disse ao homem: tenho umas botas tamanho 12 para você e umas meias. As botas servem para todo tipo de clima. Vamos colocar? Afastei-me e fiquei observando. O policial se abaixou, calçou as meias no homem, as botas e amarrou seus cadarços. Falou alguma coisa a mais que não entendi, levantou foi embora. Ele foi discreto, não fez aquilo para chamar a atenção, não esperou reconhecimento, apenas fez. Saiu sem perceber que eu o olhava e que havia fotografado a cena. Pena que me faltou coragem para me aproximar, estender-lhe a mão e dizer obrigada. Deem o meu obrigada a ele. Jennifer Foster.

Em poucas horas, o texto e a foto de Jennifer ganharam o mundo.

Um amigo de Larry DePrimo, reconhecendo-o telefonou para ele. Larry tem 25 anos, e ao fazer sua ronda, percebeu a situação do morador de rua. Foi na loja e comprou as meias e as botas, gastou 75 dólares de seu dinheiro. De volta à presença do morador de rua, Larry, lhe entregou as meias e as botas. O homem, segundo ele, deu um sorriso de orelha a orelha e lhe disse: Eu nunca tive um par de sapatos novos em toda a minha vida. Percebendo que o morador de rua tinha dificuldade em se mover, o policial se agachou, colocou as meias, as botas, amarrou os cadarços e pergunto: ficou bom? A resposta foram dois olhos felizes, lagrimejados e um novo sorriso. Ao se despedir, Larry perguntou se o homem queria um copo de café e algo para comer... “Ele me olhou e cortesmente declinou a oferta. Disse que eu já havia feito muito por ele.” Nov. 2012
Solidaridade: Uma turista do Arizona, em visita a New York, postou essa imagem no seu Facebook, com a seguinte inscrição dirigida ao NYPD: “Hoje, me deparei com a seguinte situação. Caminhava pela cidade e vi um homem sentado na rua com frio, sem cobertor e descalço. Aproximei-me e justamente quando ia falar com ele, um policial de seu departamento, sem ter percebido que eu ia me aproximar, disse ao homem: tenho umas botas tamanho 12 para você e umas meias. As botas servem para todo tipo de clima. Vamos colocar? Afastei-me e fiquei observando. O policial se abaixou, calçou as meias no homem, as botas e amarrou seus cadarços. Falou alguma coisa a mais que não entendi, levantou foi embora. Ele foi discreto, não fez aquilo para chamar a atenção, não esperou reconhecimento, apenas fez. Saiu sem perceber que eu o olhava e que havia fotografado a cena. Pena que me faltou coragem para me aproximar, estender-lhe a mão e dizer obrigada. Deem o meu obrigada a ele. Jennifer Foster.

Em poucas horas, o texto e a foto de Jennifer ganharam o mundo. 

Um amigo de Larry DePrimo, reconhecendo-o telefonou para ele. Larry tem 25 anos, e ao fazer sua ronda, percebeu a situação do morador de rua. Foi na loja e comprou as meias e as botas, gastou 75 dólares de seu dinheiro. De volta à presença do morador de rua, Larry, lhe entregou as meias e as botas. O homem, segundo ele, deu um sorriso de orelha a orelha e lhe disse: Eu nunca tive um par de sapatos novos em toda a minha vida. Percebendo que o morador de rua tinha dificuldade em se mover, o policial se agachou, colocou as meias, as botas, amarrou os cadarços e pergunto: ficou bom? A resposta foram dois olhos felizes, lagrimejados e um novo sorriso. Ao se despedir, Larry perguntou se o homem queria um copo de café e algo para comer... “Ele me olhou e cortesmente declinou a oferta. Disse que eu já havia feito muito por ele.” Nov. 2012 ~ @[517312824961318:274:Blue Domum]

Jovens doam sangue para vítimas e fazem protesto em hemocentro



Camila, Iriane e Marina foram doar sangue para ferido em incêndio na boate.
Exibindo cartaz, pediram mais atenção do governo do Rio Grande do Sul.

Luiza CarneiroDo G1 RS
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Iriane Kunz, Camila Moreira e Marina Rebelo protestaram com cartaz em hemocentro de Porto Alegre (Foto: Luiza Carneiro/ G1)Iriane Kunz (esq.), Camila Moreira (centro) e Marina Rebelo (dir.) protestaram com cartaz em hemocentro de Porto Alegre (Foto: Luiza Carneiro/ G1)
Três jovens levaram um cartaz em protesto contra a negligência dos governantes para o hemocentro do Hospital Conceição nesta quarta-feira (31). Camila Moreira, publicitária, Iriane Kunz Kaufman, música, e Marina Rebelo, nutricionista, foram doar sangue para ajudar Pedro Falcão Pinheiro, um dos feridos no incêndio da boate Kiss, em Santa Maria, que deixou 235 vítimas no último domingo (27). Pedro é natural de Uruguaiana.
Frase do cartaz pedia atenção dos governantes do RS (Foto: Luiza Carneiro/ G1)Frase do cartaz pedia atenção dos governantes do
RS (Foto: Luiza Carneiro/ G1)
"Foi um incidente infeliz e nós somos todos culpados. Houve negligência", disse Marina. Camila contou que não consegue parar de pensar que ela poderia estar entre as vítimas. "Viemos ajudar, mas vamos protestar também", afirmou.
Causas da tragédia
Quatro dias após o incêndio na boate Kiss, de acordo com relatos de sobreviventes e testemunhas, e das informações divulgadas até o momento por investigadores:
- O vocalista segurou um artefato pirotécnico aceso.
- Era comum a utilização de fogos pelo grupo.
- A banda comprou um sinalizador proibido.
- O extintor de incêndio não funcionou.
- Havia mais público do que a capacidade.
- A boate tinha apenas um acesso para a rua.
- O alvará fornecido pelos Bombeiros estava vencido.
- Mais de 180 corpos foram retirados dos banheiros.
- 90% das vítimas fatais tiveram asfixia mecânica.
Equipamentos de gravação estavam no conserto.
Prisões
Quatro pessoas foram presas na segunda por conta do incêndio: o dono da boate, Elissandro Calegaro Spohr; o sócio, Mauro Hofffmann; o vocalista da banda Gurizada Fandangueira, Marcelo Santos; e um funcionário do grupo, Luciano Augusto Bonilha Leão, responsável pela segurança e outros serviços.
Investigação
O delegado Marcos Vianna, responsável pelo inquérito do incêndio na boate Kiss, disse aoG1 na terça-feira (29) que uma soma de quatro fatores contribuiu para a tragédia ter acabado com tantos mortos: 1) o fato de a boate ter só uma saída e a porta ser de tamanho reduzido; 2) o uso de um artefato sinalizador em um local fechado; 3) o excesso de pessoas no local; e 4) a espuma usada no revestimento, que pode não ter sido a mais indicada e ter influenciado na formação de gás tóxico.
O delegado regional de Santa Maria, Marcelo Arigony, afirmou também na terça que a Polícia Civil tem "diversos indicativos" de que a boate estava irregular e não podia estar funcionando. "Se a boate estivesse regular, não teria havido quase 240 mortes", disse em entrevista. "Mas isso ainda é preliminar e precisa ser corroborado pelos depoimentos das testemunhas e os laudos periciais", completou.
Arigony disse ainda que a banda Gurizada Fandangueira utilizou um sinalizador mais barato, próprio para ambientes abertos e que não deveria ser usado durante show em local fechado. "O sinalizador para ambiente aberto custava R$ 2,50 a unidade e, para ambiente fechado, R$ 70. Eles sabiam disso, usaram este modelo para economizar. Usaram o equipamento para ambiente aberto porque era mais barato”, disse o delegado.
O vocalista da banda Gurizada Fandangueira, Marcelo Santos, admitiu em seu depoimento à Polícia Civil que segurou um sinalizador aceso durante o show, de acordo com o promotor criminal Joel Oliveira Dutra. O músico disse, no entanto, que não acredita que as faíscas do artefato tenham provocado o incêndio. Ele afirmou que já havia manipulado esse tipo de artefato por diversas vezes em outras apresentações.
Responsabilidades
A boate Kiss desrespeitou pelo menos dois artigos de leis estadual e municipal no que diz respeito ao plano de prevenção contra incêndio. Tanto a legislação do Rio Grande do Sul quanto a de Santa Maria listam exigências não cumpridas pela casa noturna, como a instalação de uma segunda porta, de emergência. A boate situada na Rua dos Andradas tinha apenas uma, por onde o público entrava e saía. Outra medida que não foi cumprida na estrutura da boate diz respeito ao tipo de revestimento utilizado como isolamento acústico.
A Brigada Militar informou nesta quarta que a boate não estava em desacordo com normas de prevenção contra incêndios em relação ao número de saídas. Segundo interpretação da lei, o local atendia as normas ao possuir duas saídas no salão principal. Mas as portas, no entanto, não davam para a rua, e sim para um hall. Este sim dava para a rua através de uma só porta. "Foi um ato possível que o engenheiro conseguiu colocar", disse o tenente coronel Adriano Krukoski, comandante do Corpo de Bombeiros de Porto Alegre.
Jader Marques, advogado de Elissandro Spohr, um dos sócios da boate, disse que a casa noturna estava em "plenas condições" de receber a festa. Ele falou sobre documentação da casa, segurança, lotação, e disse que a banda Gurizada Fandangueira não avisou que usaria sinalizadores naquela noite. O advogado ainda afirmou que o Ministério Público vistoriou o local "diversas vezes".
A Prefeitura de Santa Maria se eximiu de responsabilidade pelo incêndio e entregou alvará para a polícia que mostra data de validade de inspeção para prevenção de incêndio, feita pelo Corpo de Bombeiros. A prefeitura afirma que a sua responsabilidade era apenas sobre o alvará de localização, que é válido com a vistoria do ano corrente. O documento informa que a vistoria foi feita em 19 de abril de 2012.
O chefe do Estado Maior do 4º Comando Regional do Corpo de Bombeiros, major Gerson Pereira, disse na quarta que a casa noturna tinha todas as exigências estabelecidas pela lei vigente no Brasil. "Quem falhou, que assuma a sua responsabilidade. Nós fizemos tudo o que estava ao nosso alcance e não vou entrar em jogo de empurra-empurra", afirmou.
O Ministério Público do Rio Grande do Sul abriu um inquérito civil na terça para investigar a possibilidade de improbidade administrativa por parte de integrantes da Prefeitura de Santa Maria, do Corpo de Bombeiros e de outros órgãos públicos por terem permitido que a boate Kiss continuasse funcionando mesmo com as licenças de operação e sanitária vencidas.
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Legislação frouxa e descaso no exame das concessões dá LIBERDADE PARA MATAR - Foragido do semiaberto é o suspeito de atirar em PM




Zero Hora - 25 de fevereiro de 2013

LIBERDADE PARA MATAR
Foragido do semiaberto é o suspeito de atirar em PM
O jovem apontado como autor do tiro que matou o policial militar da reserva Jorge Alberto Amaral, 44 anos, na noite de terça-feira, em Caxias do Sul, estava foragido do sistema prisional após ganhar a liberdade graças a um benefício da legislação.

Isac Francisquetti de Souza, o Buiu, 25 anos, foi preso com o outro envolvido no crime, Renato Correa Drum, o Diogão, 27 anos, na noite de sexta-feira, após uma investigação do Serviço de Inteligência da Brigada Militar, com apoio da Polícia Civil.

Souza teria sido o criminoso que entrou em luta corporal com o sargento da reserva, após uma perseguição. Ele progrediu do regime fechado ao semiaberto e, no dia 14 de janeiro, obteve autorização para deixar o Instituto Penal por quatro dias. Ele não retornou à cadeia.

A autorização foi concedida quando a juíza Sonáli da Cruz Zluhan, da 3ª Vara Criminal, respondia pela Vara de Execuções Criminais (VEC). Sonáli, que cobria as férias da titular da VEC, Milene Fróes Rodrigues Dal Bó, explicou que detentos do semiaberto têm direito a 35 saídas temporárias por ano, de no máximo sete dias cada.

– Não lembro o motivo da dispensa – comentou a juíza.

Segundo o delegado regional da Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe), Roniewerton Pacheco Fernandes, as solicitações podem ser feitas ao administrador do sistema prisional, mas quem concede o pedido é um juiz. A administradora do Instituto Penal, Marisa Grzebielukas, reitera que a VEC autoriza as saídas, e o Instituto apenas as distribui conforme pedidos dos detentos. Marisa lembra que Souza chegou ao albergue no dia 13 de janeiro e pediu saída por quatro dias. Foi liberado no dia seguinte.

– Ele disse que queria ficar com a família, porque havia permanecido muitos meses no regime fechado. Se a VEC defere as 35 saídas por ano, não podemos negar – explica Marisa.

A administradora estava de licença- saúde quando Souza recebeu o benefício. Ela conta que o preso tem histórico de fuga. No ano passado, antes de voltar ao regime fechado, ele pulou o muro do Instituto após contagem realizada às 18h30min e não voltou. Souza tem passagens na polícia por receptação, roubo, furto, tentativa de homicídio e formação de quadrilha.

Em depoimento à polícia, a dupla admitiu envolvimento na morte. Apontado pelo comparsa como autor do tiro que matou Amaral, Souza alegou que o disparo foi acidental. Souza admitiu que o tiro partiu da arma que ele portava, e não do revólver do PM.

cristiane.barcelos@pioneiro.com

CRISTIANE BARCELOS | CAXIAS DO SUL

Comentário do Major Coimbra

Meu Deus, nos ajude, pois aqui no Brasil a legislação está nos encaminhando para o salve-se quem puder. 
35 saídas temporárias por ano de no máximo sete dias. Sobra muito pouca pena para ser cumprida. Não seria mais fácil colocar o delinquente na rua de uma vez? Esta legislação atual é, volto a repetir,  uma comédia para os bandidos e um filme de terror para o cidadão de bem.Vejam o caso dos  irmãos Cristian e Daniel Cravinhos de Paula e Silva, condenados pela morte dos pais de Suzane Von Richthofen, namorada de Daniel à época do crime, que passarão a cumprir as penas em regime semiaberto. Eles estão presos desde novembro de 2002. A Vara das Execuções Criminais e Anexo da Corregedoria dos Presídios de Taubaté atendeu a pedido para progressão de regime (do fechado para o semiaberto), formulado pela defesa de Cristian e Daniel. O Ministério Público apresentou parecer favorável à progressão.

Em sua decisão, uma juíza afirmou que Cristian (condenado a 38 anos, 1 mês e 18 dias de reclusão) e Daniel (a 38 anos, 11 meses e 17 dias) vêm mantendo bom comportamento carcerário, atestado pelo diretor da unidade prisional em que se encontram e preenchem o tempo de cumprimento das penas suficiente para a concessão do benefício.

Bom comportamento? O MP apresentou parecer favorável a progressão? O que pouco importa nisto tudo para o Magistrado, Ministério Público, Vara de Execuções Penais, Diretor do Presídio, me parece, é que os homicidas mataram duas pessoas, e mereciam ficar muito tempo atrás das grades. Para que condenar por 38 anos então? Para mostrar, pelo impacto da pena, que se fez justiça? Para que, para logo adiante conceder progressão a dois homicidas porque eles estão bem comportados na prisão?

Como eu sou um cidadão de bem me resta chorar e ficar assustado enquanto esta legislação não for mudada, aos bandidos, ESTES DÃO GARGALHADAS, afinal de contas, para eles, a legislação é uma comédia mesmo.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Comentários do tio Yosh sobre Justice Gods among us...



Pré-Coments # Justice Gods Among Us #


Pra ver + videos: http://www.youtube.com/user/SemMeioComentario?feature=watch

Batman Thomas Wayne. Flashpoint


Flashpoint (comics)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegaçãopesquisa
Flashpoint
Comic image missing-pt.png
EditoraDC Comics
Publicação
Formato de publicaçãoMini-série Mensal
Qte. de edições7
Data das ediçõesEstados UnidosMaio a Setembro de 2011
Personagensvários personagens do Multiverso
Equipe criativa
Criador(es)Geoff Johns
ArteAndy Kubert
Projecto Banda Desenhada  · Portal da Banda Desenhada
Flashpoint ou Ponto de Ignição[1] é um grande crossover da editora norte-americana DC Comics. Ela serviu de base para o que veio a ser o Relauch da DC (que deveria ter ocorrido após Crise Final, mas foi adiado), ela se foca em um futuro alternativo e tem por protagonista o FlashBarry Allen que retornou em Crise Final, o principal slogan da série era "tudo vai mudar"

Índice

 [esconder

[editar] Sinopse

Barry Allen acorda em seu escritório e descobre que as coisas estão diferentes: ele se vê sem seus poderes, descobre que sua mãe ainda está viva, e que o mundo está em guerra. Desnorteado, vai em busca da Liga da Justiça, mas fica surpreso ao descobrir que eles não existem. Ao se perceber numa realidade paralela ele consegue descobrir que Batman ainda existe e, então, parte em busca do amigo, tentando conseguir ajuda, mas para sua surpresa ele não é Bruce Wayne. Barry também descobre que o Professor "Zoom", vulgo "Flash Reverso", estava envolvido em tudo e inicia-se assim a cruzada de Barry para tentar retornar ao seu mundo ou, pelo menos, salvar este.

[editar] Personagens Principais

Barry Allen: No mundo de Flashpoint, sua mãe nunca morreu. Por consequencia, seu caminho mudou a ponto dele nunca ter sofrido o acidente que o transformou no Flash. Ele é um dos poucos que se recorda da linha temporal original.
Professor Eobard "Zoom" Thawne: O Flash Reverso mantém seus poderes e se tornou um paradoxo vivo não dependendo mais do Flash e por isso podendo matá-lo.
Thomas Wayne: O Batman de Flashpoint é Thomas Wayne, as alterações no tempo fizeram com que quem morresse no beco fosse Bruce Wayne, como consequência Thomas se tornou um Batman obssecivo por vingança, ele só aceita ajudar Barry ao saber que se ele tivesse sucesso ele poderia morrer no lugar de seu filho.
Victor Stone: O Cyborg. É o maior herói da América e o unico em que as pessoas confiam devido a guerra que acontece.
Princesa Diana: Em Flashpoint, Diana e as amazonas iniciaram uma guerra e dominaram o Reino Unido, atualmente batalham contra Atlântis.
Aquaman: O rei dos oceanos lidera seu povo numa guerra contra as amazonas depois de Diana ter matado Mera.

[editar] História

Durante a história são mostradas outras formas de diversos personagens:
Agora o Capitão Marvel não é apenas um garoto, mas seis crianças, cada uma com um dos poderes dos deuses que formam a palavra SHAZAM.
Shade e Magia participam de um grupo chamado os Sete Secretos.
Superman é mantido em uma instalação militar do governo para pesquisas não tendo nunca visto a luz do sol desde que foi capturado quando o foguete que o levou à Terra caiu em Metrópoles matando 35.000 pessoas.
Cyborg quer reunir um grupo de super-heróis para ir para o campo de batalha parar a guerra, mas eles só aceitam ir caso aqueles que consideram o maior estrategista do mundo, o Batman, vá, após uma longa discussão Barry finalmente o convence a ir dizendo que é o que Bruce faria.
Com o desenrolar da história os personagens vão até o campo de batalha onde aconteceria, provavelmente, o combate final entre Atlântis e as amazonas. Lá se descobre que o culpado não era "Zoom", mas o próprio Barry que, no aniversário da morte de sua mãe, voltou no tempo desesperado e o impediu de matá-la, assim alterando o passado e gerando os eventos que criaram aquela linha do tempo alternativa e tornando "Zoom" num paradoxo vivo, após quase ser morto pelo professor. Barry é salvo pelo Batman que pede para consertar tudo. Em seus ultimos suspiros, ele entrega uma carta para que Barry dê a Bruce. Barry foge do local e vai até sua mãe, eles conversam e Barry diz que deve haver uma forma de salvar o mundo sem que ela morresse e ela o convence a dessistir disso, assim, ele volta no tempo para se impedir de salvar sua mãe enquanto chora, ele continua correndo e a voz de Pandora surge dizendo que ele deveria continuar correndo e combinar três linhas temporais diferentes em uma unica.
A série se conclui com Barry de volta a sua linha temporal original entregando a carta de Thomas para Bruce.

[editar] Consequências

A consequência direta de Flashpoint foi o Relauch da Dc Comics que era aguardado desde a Crise Final. O novo Universo DC tem inserido em si o universo Vertigo e o universo Widestone, gerando encontros entre seus personagens e séries como Vodoo e Liga da Justiça Sombria.

Referências

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Lorde Lobo


...
Lorde Lobo é arte educador e jornalista ilustrador. Nasceu na cidade do Rio Grande / RS em 07 de janeiro de 1973, onde mora até hoje. 

Desde muito cedo - por volta dos 4 ou 5 anos - tem se declarado um apaixonado pelas histórias em quadrinhos. Fato este que o incentivou a começar a desenhar. "Iniciei copiando a Turma da Mônica, sou fã até hoje dos personagens do Mauricio de Sousa, depois passei pra Disney e Recruta Zero. Só mais tarde, na pré-adolescência, é que conheci os super-heróis, foi quando me interessei ainda mais por quadrinhos, achava fantásticos aqueles seres poderosos e não parei mais de ler desde então", declara Lobo, com empolgação.

Lorde então resolveu unir o útil ao agradável e transportou seu fascínio pela arte seqüencial para o campo profissional e passou a publicar suas ilustrações, charges, cartuns, tiras e HQs nos mais diversos jornais, revistas e informativos de sua região, desde 1992; além de também trabalhar como desenhista free-lancer para agências de propaganda e gráficas.

Em 1995, preocupado em obter mais conhecimento, entrou para a faculdade de Educação Artística - Habilitação Artes Plásticas, da Fundação Universidade Federal do Rio Grande, onde se destacou por ter sido o primeiro acadêmico a defender uma monografia de conclusão de curso sobre histórias em quadrinhos. Durante a faculdade, descontente com o espaço que já vinha tendo nos tradicionais meios de comunicação impressa, criou e manteve por mais de um ano um jornal mensal dedicado exclusivamente ao humor gráfico chamado "Chargeta, o jornal das charges", por onde muitos outros artistas gráficos foram descobertos e puderam se manifestar. Teve seu registro de jornalista-ilustrador homologado pelo Sindicato dos Jornalista do RS no ano de 1999.

De 2001 a 2006, ao lado do quadrinhista Law Tissot, editou a revista independente de histórias quadrinhos "Areia Hostil", que atingiu um ótimo destaque e boa aceitação entre os apaixonados por esta arte. O título, que foi eleito o Melhor Prozine de 2005, durante o 18º HQ Mix.

Atualmente Lorde Lobo tem trabalhado com os seguintes personagens e seus respectivos coadjuvantes:

Topman: um super-herói brasileiro que, para ser melhor aceito no mercado de paladinos mascarados, assumiu um nome estrangeiro. Trata-se de um personagem de humor dedicado a todas as pessoas que curtem o gênero heróico, mas com uma pitadinha de graça.

Penitente: um ex-mercenário que, após morrer, voltou ao mundo dos vivos para livrar a Terra de algumas criaturas infernais e obter o perdão divino. Personagem explorado nos moldes dos heróis e anti-heróis tradicionais, misturando, em suas aventuras, muita ação e terror. É voltado ao público adulto.

Lipe: um menininho muito esperto, curioso e simpático que vem servindo de mascote para o caderno infantil do Jornal Agora, o "Agorinha". A turminha do Lipe vem crescendo e atualmente já conta com os seguintes amiguinhos: Pelúcio (seu cão de estimação), Hugo, Dedé, Monique, Lelê, Manu, Zeca entre outros.