Gaucho Negro!

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Força e Honra

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Historias Reais e Misteriosas 1


Lobisomem








Boa madrugada amigos. Aqui são 3:39 e o que passo a narrar aconteceu comigo no ano de 2005 numa cidadezinha da serra gaúcha chamada Campestre da Serra. Cidadezinha pequena e pacata entre São Marcos e Vacaria, onde eu morava na época e servia na Comunidade Luterana. Algumas vezes eu posava no alojamento da Igreja do Campestre e nesse dia nao foi diferente. Saí por volta de 23 hs da casa de um amigo que morava lá e era brigadiano. Familia muito querida. Antes de chegar ao alojamento, passei pelo posto telefonico da antiga CRT e liguei para minha ex mulher para desejar uma boa noite.
 Na rua detrás do posto telefonico tinha uma ruasinha de chão batido que dava para um morro onde eram realizadas romarias. Devidamente iluminada pela luz de um poste que ficava bem na minha reta. Pelo alambrado eu enxergava bem do outro lado do patio e a rua detrás. Se bem me lembro ao lado da CRT tinha a sua direita um posto de saúde e á sua esquerda a escola municipal. Estava eu falando com a mãe de meus filhos pelo tel, quando vi que lá atrás se aproximava da luz do poste um vulto curvado e parecendo andar com dificuldade. Enquanto falava no tel, observava isso. Á medida que o vulto se aproximava da luz do poste pude ver que se tratava de algo semelhante a um grande macaco. Parecia um chimpanze no jeito de caminhar. Inclusive com as pernas aparentando serem ligeiramente menores que os braços. Pensei se tratar de um bugio, embora o bicho parecesse mesmo à distância ser mais alto que eu. Quando ele passou exatamente em baixo da luz do poste pude ver algo que me estarreceu: embora parecesse um macaco, sua cabeça era de cachorro. Como se fosse um daqueles cães marmaduke. Quando avistei a cabeça do bicho, desliguei o tel depois de dizer para minha ex esposa: Amor, amanhã a gente se fala. Pus o tel no gancho e me dirigi apressadamente para o alojamento. Quando entrei no alojamento escutei um alarido de latas caindo e lembrei das latas de tinta empilhadas nos fundos da escola municipal, que estava em fase final de construçao. 
Da casa do meu amigo dava para vê-las. Fiz uma oração e tentei esquecer o assunto e dormir. De manhãzinha quando acordei me dirigi a lancheria do lado da quadra municipal de esportes pedi o mesmo de sempre: risoles e café com leite. Contei para a dona do estabelecimento e esposa do prefeito o que havia visto e ela me disse: - Não foi bugio o que o senhor viu seu Ceroni... foi o Lobisomem!!!! Aqui no campestre todo mundo ja viu. De noite nas estrada, nas pescaria, e até na casa do pobre... todo mundo sabe, é o seu Quinca que mora lá na boca da serra. Até ja viram ele transformado no próprio pátio do sítio. Aí meus amigos eu lhes pergunto: vcs acreditam que uma pessoa vire um animal daqueles? Eu não acredito! Nada me fará acreditar que uma pessoa vire aquilo. Aquele animal. Sim. Pq jamais abandonarei a certeza de que vi o animal, embora ele nem tenha olhado para o meu lado. E pareça nem ter notado minha presença.


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