Meu nome é João Galdino. Tenho 24 anos. Estou indo de carro as 14 horas para um bar mitzvah no Arizona. Vim morar nos EUA porque não aguentava mais o Brasil. Aqui lavei pratos, carros e privadas pra ganhar meus dólares. Nunca fui religioso embora tenha nascido católico com avós protestantes e mãe rebeldemente católica pois não suportava mais ser filha de pastor. Embora não seja de religião nenhuma descobri o quanto é reconfortante ficar alguns momentos ajoelhado com a cabeça entre os joelhos por alguns momentos. Meu nome é João Galdino. Tenho 24 anos e todo domingo passei a ficar alguns momentos assim pensando em Deus. Todos os domingos as duas horas da tarde.
Estou indo de carro para um bar mitzvah no Arizona. É semana que vem mas estou indo passar a semana lá pois não suporto atraso.
Como não sou religioso fico virado para o sol, já que ele não é propriedade de religião nenhuma. Me sinto tão confortado nessa posição que primeiramente ficava minutos, depois passei a ficar horas. E me sinto bem assim. Lá em coronel Fabriciano onde me criei o padre Raulino dizia que Deus ama a todas as pessoas de diferentes formas, enquanto eu sentava em seu colo e ele me apertava as bochechas. O pastor Tibúrcio dizia pra eu não sentar no colo do padre, porque padre não tem mulher mas tem libido. Nunca liguei, bem quentinho o colo do padre. Meu nome é João Galdino e estou indo para um bar mitzvah no Arizona. Tentei evitar, mas quando deu 14 hs eu estava no meio do deserto do Arizona, na estrada de asfalto quente. Cansei de lavar pratos e outros serviços e descobri que tem formas mais agradáveis de ganhar dólares aqui.
Estava servindo as mesas quando um cliente de enormes bochechas, bigode e uma pança farta me deixou uma gorda gorjeta e um número de telefone. Nunca mais servi mesas. O asfalto solta vapores que adentram minhas narinas e me deixam nauseado.
O chão quente grudado à minha testa, com pequenos grãos de areia, me lembram que o torpor que sinto depois de 3 hs com testa colada ao asfalto pensando em um Deus que eu não acredito, de uma religião que eu não sigo, começa a elevar a temperatura craniana. Quando sai de casa no Brasil meu pai olhava pra baixo, minha mãe chorava um mar, e minha tia rosnava entre dentes com o cigarro na mão: que puta sina essa de ter sobrinho viado.
Aqui eu comi comida do lixo uma vez. Lá eu comeria sempre. E onde está Deus? Com certeza não está com a testa colada no asfalto as cinco da tarde pensando em si mesmo. A filha do pastor era tão linda. Sinhaninha era uma flor do cerrado.
Minha cabeça roda. Minha boca seca. Tudo parece escurecer. E então a luz.
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domingo, 9 de dezembro de 2018
quarta-feira, 21 de novembro de 2018
Estréia ! A Adaga de São Pedro. Parte 1
Capítulo 1
Como tudo começou.
Até 1996 eu levava uma vida normal. Então durante um turno de trabalho como vigilante achei um artefato que mudaria para sempre minha vida. Uma adaga fosca e envelhecida, com um rubi vermelho incrustado no meio. Essa adaga mudou minha vida para sempre, porque por causa dela eu conheci coisas que jamais pensei que existiam de verdade. Monstros, coisas que rondam as noites por aí. Eles já existem a eras. São mais antigos que os mais antigos dos nephilins. Sugam vida para alimentar-se. E se tornaram meus inimigos por causa da adaga. Como eu disse a adaga mudou minha vida. Um mundo que eu não conhecia se abriu pra mim, se tornou visível pois já estava ali. Está ali o tempo todo, só que não vemos. É responsável pelas crianças perdidas, pelos adultos demonizados, pela maioria das coisas estranhas e inexplicáveis. Estão na política, na religião, na indústria do entretenimento, nas sociedades secretas ou discretas, como os Bilderberg, os Illuminatis, os maçons, enfim, estão em toda a sociedade. Desde que achei a adaga, aqueles que eu nem sabia que existiam se tornaram meus inimigos. Antes de encontrar a adaga eu não servia nem para alimento. Sangue de má qualidade dizem eles. Me chamam de sangue ruim. Pra eles eu não tenho nome. É assim que me chamam. De dia eu os caço, porque o reflexo do rubi me mostra onde eles estão repousando. Não posso mais trabalhar, mas não passo fome. Sou sustentado e provido de equipamentos e suporte por uma sociedade que eu nem imaginava que existia, mas que hoje é como minha família: a Sociedade do Rubi. Eles me alimentam, tratam os ferimentos e me abrigam em seus imóveis. Por onde vou, de cidade em cidade, de estado em estado, de país em país, a Sociedade do Rubi me oferece o suporte. Eles já foram guardiões da adaga. Ela não pode ser destruída. Mas estava em poder daqueles sanguessugas. Mas agora ela é minha, faz parte de mim, e em sessenta dias, se eles não recuperarem ela e a tomarem de mim, ela me fará imortal. Serei um problema para eles por toda a a eternidade enquanto o mundo existir. De dia eu os caço, à noite a adaga me protege deles. Eu não pedi por isso. Simplesmente aconteceu. E agora a vida não volta pra trás. Meu nome é Carlos Cunha. Tenho 48 anos. Se vc ainda não percebeu quem são eles eu vou revelar. Involuntariamente e contra a minha vontade, a Vontade Soberana me tornou um caçador de... Vampiros.
Como tudo começou.
Até 1996 eu levava uma vida normal. Então durante um turno de trabalho como vigilante achei um artefato que mudaria para sempre minha vida. Uma adaga fosca e envelhecida, com um rubi vermelho incrustado no meio. Essa adaga mudou minha vida para sempre, porque por causa dela eu conheci coisas que jamais pensei que existiam de verdade. Monstros, coisas que rondam as noites por aí. Eles já existem a eras. São mais antigos que os mais antigos dos nephilins. Sugam vida para alimentar-se. E se tornaram meus inimigos por causa da adaga. Como eu disse a adaga mudou minha vida. Um mundo que eu não conhecia se abriu pra mim, se tornou visível pois já estava ali. Está ali o tempo todo, só que não vemos. É responsável pelas crianças perdidas, pelos adultos demonizados, pela maioria das coisas estranhas e inexplicáveis. Estão na política, na religião, na indústria do entretenimento, nas sociedades secretas ou discretas, como os Bilderberg, os Illuminatis, os maçons, enfim, estão em toda a sociedade. Desde que achei a adaga, aqueles que eu nem sabia que existiam se tornaram meus inimigos. Antes de encontrar a adaga eu não servia nem para alimento. Sangue de má qualidade dizem eles. Me chamam de sangue ruim. Pra eles eu não tenho nome. É assim que me chamam. De dia eu os caço, porque o reflexo do rubi me mostra onde eles estão repousando. Não posso mais trabalhar, mas não passo fome. Sou sustentado e provido de equipamentos e suporte por uma sociedade que eu nem imaginava que existia, mas que hoje é como minha família: a Sociedade do Rubi. Eles me alimentam, tratam os ferimentos e me abrigam em seus imóveis. Por onde vou, de cidade em cidade, de estado em estado, de país em país, a Sociedade do Rubi me oferece o suporte. Eles já foram guardiões da adaga. Ela não pode ser destruída. Mas estava em poder daqueles sanguessugas. Mas agora ela é minha, faz parte de mim, e em sessenta dias, se eles não recuperarem ela e a tomarem de mim, ela me fará imortal. Serei um problema para eles por toda a a eternidade enquanto o mundo existir. De dia eu os caço, à noite a adaga me protege deles. Eu não pedi por isso. Simplesmente aconteceu. E agora a vida não volta pra trás. Meu nome é Carlos Cunha. Tenho 48 anos. Se vc ainda não percebeu quem são eles eu vou revelar. Involuntariamente e contra a minha vontade, a Vontade Soberana me tornou um caçador de... Vampiros.
O Diário de Ariel Brasil - parte 11
15 de abril de 2067
Apesar de toda a oposição e perseguição da Supremacia Mater estamos sobrevivendo. Foi descoberto por parte da inteligência que sobreviveu que elas vinham planejando o genocídio masculino a pelo menos 40 anos. E durante todo esse tempo estocaram óvulos a fim de se reproduzirem após a extinção masculina. O plano é que os poucos bebês masculinos que nascerem no futuro, a cada dez, o mais bem avaliado geneticamente seja preservado para inseminação. Escravos reprodutores para toda a vida. No entanto é vedada a conjunção carnal. Toda reprodução se dará por meios clínicos. Isso é ao que seremos reduzidos se não derrotarmos as supremacistas: doadores involuntários de esperma.
Apesar de toda a oposição e perseguição da Supremacia Mater estamos sobrevivendo. Foi descoberto por parte da inteligência que sobreviveu que elas vinham planejando o genocídio masculino a pelo menos 40 anos. E durante todo esse tempo estocaram óvulos a fim de se reproduzirem após a extinção masculina. O plano é que os poucos bebês masculinos que nascerem no futuro, a cada dez, o mais bem avaliado geneticamente seja preservado para inseminação. Escravos reprodutores para toda a vida. No entanto é vedada a conjunção carnal. Toda reprodução se dará por meios clínicos. Isso é ao que seremos reduzidos se não derrotarmos as supremacistas: doadores involuntários de esperma.
domingo, 26 de agosto de 2018
O Diário de Ariel Brasil. Parte 10
14 de Abril de 2067
Hoje enterrei meu tio. O último parente do sexo masculino que me restava. Agora eu sou o último homem vivo de minha família. Minha mãe e irmãs estão sob o poder das Supremacistas. As mulheres brancas que não apóiam o Supremacia Mater não são escravizadas, mas são vistas como cidadãs de segunda classe. Inclusive não tem o direito de votar na nova "democracia" criada por elas. Nunca pensei que depois de tantos séculos, negros, homens e mulheres, voltariam a ser escravos. Ontem cinco mulheres negras foram resgatadas em meio á mata. Foram acolhidas aqui na base. Eu digo base, mas não somos mais que 58 soldados, 10 pesquisadores, alguns homens idosos e agora essas cinco escravas que fugiram. Vivemos no chão em cavernas em meio à vegetação. Mesmo assim ainda temos num bunker condições de criar um vírus para contra ataca-las. Aguardem Supremacistas.
Hoje enterrei meu tio. O último parente do sexo masculino que me restava. Agora eu sou o último homem vivo de minha família. Minha mãe e irmãs estão sob o poder das Supremacistas. As mulheres brancas que não apóiam o Supremacia Mater não são escravizadas, mas são vistas como cidadãs de segunda classe. Inclusive não tem o direito de votar na nova "democracia" criada por elas. Nunca pensei que depois de tantos séculos, negros, homens e mulheres, voltariam a ser escravos. Ontem cinco mulheres negras foram resgatadas em meio á mata. Foram acolhidas aqui na base. Eu digo base, mas não somos mais que 58 soldados, 10 pesquisadores, alguns homens idosos e agora essas cinco escravas que fugiram. Vivemos no chão em cavernas em meio à vegetação. Mesmo assim ainda temos num bunker condições de criar um vírus para contra ataca-las. Aguardem Supremacistas.
segunda-feira, 23 de julho de 2018
O diário de Ariel Brasil. Parte 9
13 de Abril de 2067
Acordei com um gosto amargo na boca. Soubemos que no Jalapão as Supremacistas encontraram um grupo de homens escondidos na mata, sobrevivendo como sertanejos, da caça e das vegetações silvestres. Eram doze ou quinze. Foram massacrados. Decapitados. Tinham entre 40 e 60 anos. Velhos demais para serem bons escravos ou reprodutores. Nem imagino o que farão conosco se nos acharem. Elas nos atacaram com um vírus. Estamos trabalhando no contra ataque.
Acordei com um gosto amargo na boca. Soubemos que no Jalapão as Supremacistas encontraram um grupo de homens escondidos na mata, sobrevivendo como sertanejos, da caça e das vegetações silvestres. Eram doze ou quinze. Foram massacrados. Decapitados. Tinham entre 40 e 60 anos. Velhos demais para serem bons escravos ou reprodutores. Nem imagino o que farão conosco se nos acharem. Elas nos atacaram com um vírus. Estamos trabalhando no contra ataque.
domingo, 8 de julho de 2018
O Diário de Ariel Brasil parte 8
12 de Abril de 2067
Hoje acordei com um nó no estômago. Muito refluxo e sintomas de má digestão. Cada alimento que como aqui no abrigo me faz lembrar de alguma forma dos corpos que foram encontrados nos arredores de Botucatu em uma vala comum com corpos de seres humanos do gênero masculino das mais variadas idades. Desde bebês até homens bicentenários. Ainda não se sabe se foram assassinados, vítimas do vírus ou de alguma invasão local. As noticias que chegam é que pequenos grupos do Supremacia Mater fortemente armadas estão invadindo a abrigos e levando como reféns e escravos homens saudáveis e abaixo de 40 anos. Os demais são eliminados.
Hoje acordei com um nó no estômago. Muito refluxo e sintomas de má digestão. Cada alimento que como aqui no abrigo me faz lembrar de alguma forma dos corpos que foram encontrados nos arredores de Botucatu em uma vala comum com corpos de seres humanos do gênero masculino das mais variadas idades. Desde bebês até homens bicentenários. Ainda não se sabe se foram assassinados, vítimas do vírus ou de alguma invasão local. As noticias que chegam é que pequenos grupos do Supremacia Mater fortemente armadas estão invadindo a abrigos e levando como reféns e escravos homens saudáveis e abaixo de 40 anos. Os demais são eliminados.
sexta-feira, 22 de junho de 2018
O diário de Ariel Brasil. Parte 7
11 de abril de 2067
Fico cada vez mais estarrecido com as descobertas do governo sobre o Supremacia Mater. A descoberta mais recente é que nos últimos dez anos silenciosamente e de boca em boca sem usar meios digitais as supremacistas fizeram prosélitas, e as convenceram a abortar todas as vezes em que o bebê era do sexo masculino. Como hoje a tecnologia permite saber o sexo com exame genético com 4 semanas de gestação. Não há limites para o que elas são capazes. Isso foi feito silenciosamente nos últimos dez anos. Que monstruosidades nos aguardam.
sexta-feira, 8 de junho de 2018
O diário de Ariel Brasil. Parte 6
10 de Abril de 2067
Acordei pensando no que virá nos próximos dias. Eu e minha equipe de cientistas estamos protegidos pelo que restou do exército brasileiro, mas já foi comunicado a nós pelos colegas que são militares que o ataque a Brasília é questão de tempo. Muito pouco tempo. Via WhatsApp 💯 ou outros apps correlatos o Supremacia Mater convoca todas as mulheres brancas ou que queiram tornar-se "legalmente" brancas. Mesmo mulheres que não são brancas serão aceitas nas fileiras supremacistas desde que pelo menos um dos pais seja puramente caucasiano. O que importa é jurar obediência ao movimento e renunciar ás companhias masculinas, como pais, companheiros e filhos maiores de 16 anos. Após essa idade serão incorporados ao corpo de serviçais domésticos submissos às suas senhoras amas. Escravos. Se o Supremacia Mater tomar Brasília seremos escravos. Os seres humanos do sexo masculino que sobreviveram ao vírus e não são heterossexuais terão alguma liberdade, os heterossexuais serão de fato escravos, realizando todas as funções braçais que suas senhoras ordenarem. Estamos colhendo o que plantamos.
segunda-feira, 14 de maio de 2018
O diário de Ariel Brasil. Parte 3
7 de abril de 2067
Hoje vi estarrecido pela Net One que no último dia 1 de janeiro, em todo o globo, morreram cerca de 5 milhões de seres humanos do gênero masculino por envenenamento das mais variadas formas, desde intoxicações alimentares até comas alcoólicos aparentemente induzidos. Isso já vinha sendo investigado. Mas agora com a revelação da existência dessa sociedade secreta chamada Supremacia Mater, acabaram-se as dúvidas. Como num pacto de sangue as integrantes deste grupo terrorista assassinaram seus companheiros justamente na data em que todos comemoram, festejam e se distraem. Há rumores de que tais grupos pretendem marchar sobre Brasília e tomar o poder em breve. Restaram muito poucos soldados do sexo masculino na ativa nas forças armadas, depois da epidemia causada pelo vírus. Se isso for verdade, essas modernas valquírias, tomarão Brasília facilmente. Deus nos proteja, pq se isso acontecer homens, e todos os que não são da raça branca estarão em sérios apuros...
Hoje vi estarrecido pela Net One que no último dia 1 de janeiro, em todo o globo, morreram cerca de 5 milhões de seres humanos do gênero masculino por envenenamento das mais variadas formas, desde intoxicações alimentares até comas alcoólicos aparentemente induzidos. Isso já vinha sendo investigado. Mas agora com a revelação da existência dessa sociedade secreta chamada Supremacia Mater, acabaram-se as dúvidas. Como num pacto de sangue as integrantes deste grupo terrorista assassinaram seus companheiros justamente na data em que todos comemoram, festejam e se distraem. Há rumores de que tais grupos pretendem marchar sobre Brasília e tomar o poder em breve. Restaram muito poucos soldados do sexo masculino na ativa nas forças armadas, depois da epidemia causada pelo vírus. Se isso for verdade, essas modernas valquírias, tomarão Brasília facilmente. Deus nos proteja, pq se isso acontecer homens, e todos os que não são da raça branca estarão em sérios apuros...
quarta-feira, 9 de maio de 2018
O diário de Ariel Brasil. Parte 2
6 de abril de 2067. Começaram a surgir rumores de que o grupo terrorista criador do vírus, é um grupo "feminazi" de militares renegadas que decidiu "limpar" o mundo do patriarcado opressor e misógino. Mas esse boato somente se espalhou, pq ontem a noite em todo o mundo os dizeres "The female is Future" acompanhado de uma suástica foi divulgado em todos os meios de comunicação aparecendo do nada nas telas... Aguardemos para ver se esse rumor é real.
sábado, 5 de maio de 2018
O diário de Ariel Brasil. Parte 1
2067. Para ser mais preciso, 5 de abril de 2067. Sou responsável pelo estudo epidemiológico relativo a praga que se espalhou sobre o planeta, e o que descobri agora me deixou estarrecido. O vírus que se espalhou pelo mundo, dizimando até agora cerca de 60% da população mundial portadora do cromossomo y, foi criado em laboratório! Não há dúvidas. Nossas investigações foram criteriosas e não deixam margem para erros. Quem poderia ter feito tal proeza? Por enquanto não há pistas. Prosseguiremos as investigações. Deus nos proteja. Se é que Ele também não foi vítima. 🙏🏻
Dentro do meu projeto de literatura minimalista, lanço hoje minha nova série: O diário de Ariel! Um mistério surge no planeta. Quem criou o vírus que matou 60% da população masculina do planeta? Aguarde.
Dentro do meu projeto de literatura minimalista, lanço hoje minha nova série: O diário de Ariel! Um mistério surge no planeta. Quem criou o vírus que matou 60% da população masculina do planeta? Aguarde.
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