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Força e Honra

terça-feira, 13 de junho de 2017

Análise - Encontro com Fátima Bernardes



Hoje tive um tempo livre em casa e liguei a tevê e estava passando o programa Encontro com Fátima Bernardes. Não costumo falar de tv no blog mas o que vi hoje exige comentários... Com menos de meia hora de programa já pude discernir do que se trata: um Casos de Família com grife.  O assunto era um quadro do dominical Fantástico, estrelado por Glória Pires e baseado nas experiências de uma juíza de vara de família do Rio de Janeiro. Que segundo a atriz tem uma visão diferenciada, humana, das questões familiares. É um programa isca, que visa falar de assuntos baseados nos programas da emissora. Uma forma de propaganda "subliminar" que de tão explícita merece perder esse adjetivo. O programa em si me pareceu bem ordinário. Aproveitei mesmo o depoimento da juíza que falou que hoje em dia pais separados procuram a vara de família até para situações banais, como decidir em que escola as crianças irão estudar. Cada vez mais o brasileiro está mais retardado, não conseguindo decidir nem este tipo de questão intima sem a intervenção do Estado. Absurdo. A Chátima Bernardes largou algumas pérolas durante o programa, perguntas bobas que me nego a reproduzir, e me chamou atenção quando ela entrevistou uma das meninas da platéia, obviamente pré selecionada. A menina não conseguia completar uma frase sem que a Chátima completasse o que ela ia dizer. É padrão global isso? Afinal pra que deixar a pobre falar se tem gente mais importante na bancada, ou melhor, sofá coletivo, não é mesmo? A tv brasileira, não é só a Globo, está cada vez mais idiotizada. E da uma dor no coração de lembrar que tiraram os desenhos animados pra colocar isso no lugar. Putz.  

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