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quinta-feira, 13 de novembro de 2014
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
DARKMAN APARECE CINECLUBE QUADRINHOS S.A.
Hoje, às 18 horas no auditório da Cesma, o cineclube Quadrinhos S.A. em parceria com o Clube do Gibi, segue com o seu ciclo de filmes do mês de novembro. A atração do dia é Darkman - Vingança sem rosto, longa-metragem lançado em 1990 e dirigido por Sam Raimi na sua fase pré-Spide-Man.
Na trama, Darkman é o alter ego de Peyton Westlake (Liam Neesom), um cientista que desenvolveu uma espécie pele sintética. Ao ser atacado por mafiosos, Peyton é ferido e dado como morto No entanto, ele sobrevive e graças ao seu invento pode efetuar a sua tão desejada vingança.
Darkman foi feito quando Raimi ainda estava marcado pelos dois primeiros filmes da sua famosa trilogia: Evil Dead, protagonizada pelo canastríssimo e carismático Bruce Campbell.
No entanto, se em Evil Dead o cineasta não mediu esforços para entregar uma ode sanguinolenta com direito a possessões demoníacas e grimórios lovecraftianos, em Darkman, Raimi apareceu mais comedido, fazendo assim um misto de filme noir que, tomadas as devidas proporções, lembra o personagem O Sombra.
A intenção inicial do diretor era mesmo fazer uma adaptação do Sombra, personagem criado nos anos 30 para programas de rádio e que, algum tempo depois, migrou para as histórias em quadrinhos, TV e cinema. Como Raimi não conseguiu obter direitos sobre o Sombra, ele então resolveu improvisar e assim produziu o seu Darkman, criando, sem querer querendo, o típico filme de histórias em quadrinhos que não veio dos quadrinhos. Aliás, vale lembrar que não tardou muito para HQs protagonizadas por esse anti-herói chegarem ao público. Inclusive há um divertido crossover quadrinhístico entre Darkman e Ash (Evil Dead), as duas crias mais famosas do Sam Raimi.
O filme Darkman - Vingança sem rosto ainda gerou duas sequências que foram lançadas, respectivamente em 1994 e 1995, diretamente para o circuito de VHS.
Jovem de 16 anos do sertão cearense escreveu um dos livros mais vendidos da Amazon

José Gabriel Damasceno Almeida tem 16 anos e mora com os pais, no município de Banabuiú, a 225km de Fortaleza. Natural de Quixadá, o adolescente já publicou seu primeiro livro: “Nita Cairu e a Espada de Gohayó“, que conta a história do descobrimento do Brasil a partir da vida da índia Nita.
Desde criança, Gabriel lê de tudo um pouco. O garoto, que deseja ser jornalista, tentará, em 2014, ser aprovado na Universidade Federal do Ceará (UFC), através do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) ou na Universidade de Fortaleza (Unifor), pelo Programa Universidade para Todos (Prouni). Ele conta que decidiu começar a escrever quando assistiu a um vídeo do escritor Stephen King e ouviu o seguinte “conselho”: “Um bom autor pode escrever algo quando lê um livro e reflete que pode fazer melhor”.
Foi depois de uma aula de História do Brasil que Gabriel teve inspiração para criar o livro. “Eu estava na aula sobre Brasil Colônia e me interessei muito pela história do descobrimento do nosso País. Meu livro é a primeira trilogia com esse tema”, relata.
O romance conta a história da índia Nita – única sobrevivente de um massacre que acabou com toda a tribo Cairu. Durante a saga, Nita busca alguém para reproduzir, a fim de não deixar que sua etnia seja extinta. Em meio a isso, a indígena vive um triângulo amoroso com o índio Pirajá e o português Vicente.
O livro mistura romance, traições, escravidão e mistérios e está à venda pela Internet, nos sites da Amazon e da Editora Premius. A segunda parte da trilogia tem previsão de lançamento para 2015 e, de acordo com Gabriel, a repercussão está melhor do que ele esperava “As pessoas dizem que o livro é ótimo, muito instigante, e que estão loucos pelo segundo volume”, comenta.
Gabriel ocupa a 25ª cadeira da Academia Quixadaense de Letras. Seu livro já foi lançado em Banabuiú, Quixadá e Quixeramobim. Em breve, a obra chega a Fortaleza e ao Piauí. A saga de Nita Cairu entrou para os 60 livros mais vendidos da Amazon, na categoria Literatura/Fantasia.
Retirado do Tribuna do Ceará- Via Gibiteca.com
Arlequina está confirmada no filme do "Esquadrão Suicida"!!!
Segundo informação do Collider, a atriz Margot Robbie (O Lobo de Wall Street) está confirmada como a Arlequina no filme doEsquadrão Suicida.
O seu nome está ligado ao projeto desde o início e, tudo indica, que ela realmente irá compor a equipe dos mercenários do Universo DC nos cinemas.
Will Smith, Tom Hardy e, recentemente, Jared Leto são os outros nomes que estão sendo vinculados ao projeto que deve ter o Pistoleiro,Vixen e Capitão Bumerangue como alguns dos personagens principais. Amanda Waller também deve dar as caras, assim como Lex Luthor (Jesse Eisenberg).
Esquadrão Suicida terá a direção de David Ayer (Corações de Ferro, novo filme de Brad Pitt) e está prometido para 2016.
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
O Superman que nunca foi Superboy; a morte do Superboy e uma explicação inusitada para a existência da Supergirl e a Legião dos Super-Heróis!
Publicado por Garrit


“Vidas paralelas se encontram no infinito”.
Relembrando a clássica fase do Superman de John Byrne.

Por Rodrigo Garrit
Anos atrás, após a reformulação do Universo DC provocada pelo evento “Crise nas Infinitas Terras”, aquilo que os leitores estavam acostumados como sendo a continuidade oficial foi drasticamente alterada. A origem do Superman foi recontada por John Byrne, começando praticamente do zero. Essa nova versão alterava importantes elementos da origem do herói e toda a sua mitologia. Dentre todas essas mudanças, as mais marcantes foram:
- Clark Kent só desenvolveu seus poderes quando adulto. Ou seja, ele nunca foi Superboy.
- Kal-el foi o único sobrevivente da extinção do planeta Krypton. Ou seja, sua prima Kara não viveria para se tornar a Supergirl. Isso valia para o supercão Krypto também.
Essa nova interpretação atendia ao roteiro que John Byrne criou para o Homem de Aço, mas surgiu um probleminha: A Legião dos Super-Heróis, equipe de jovens e corajosos aventureiros do século XXXI. O motivo? A equipe foi criada tendo como inspiração as aventuras do Superman quando ele era garoto… ou seja, no Superboy… que nunca existiu!
Para resolver esse paradoxo, o próprio Byrne arregaçou as mangas e contou outra história, onde narrava que graças a manipulação do vilão conhecido como Senhor do Tempo, foi criado uma espécie de “Universo Compacto”, separado da nossa realidade. Nesse universo compacto, o jovem sobrevivente de Krypton se tornou Superboy, e sempre que a Legião voltava no tempo para encontra-lo, era nesse universo que eles caíam, também graças a manipulação do vilão. Foi esse Superboy que integrou a Legião em viagens temporais, e foi que morreu após um esforço hercúleo ao transportar seus amigos pelo tempo sem a manipulação do Senhor do Tempo (ele tinha esse poder, entre outros que o Superman não possuía) e depois se colocou como condutor de uma energia estrondosa em uma máquina criada por Brainiac V para evitar a destruição do Universo Compacto. O esforço foi demais mesmo para ele, que tombou para salvar seus amigos.
Anos depois, a Terra desse mesmo Universo Compacto teria um triste fim: os criminosos de Krypton seriam libertados por Lex Luthor e dominada por eles sem interferências. O Superboy estava morto e todos os outros heróis só existiam em suas versões civis, nessa Terra ninguém jamais chegou a se tornar um herói.
Sentindo-se culpado, Luthor usou seu conhecimento científico e tornou a Lana Lang dessa Terra uma Supergirl, transformando-a numa matriz de protomatéria. Apesar de poderosa, ela não era páreo para o General Zod e seus asseclas. Luthor sabia da existência do Superman, pois ele havia se encontrado com o Superboy anos antes. Então ela foi enviada para a outra Terra a fim de recrutar o Homem de Aço para ajuda-la. Essa história também teve grande peso para o personagem, pois após ser incapaz de impedir a devastação da Terra do Universo Compacto, ele acredita não ter outra escolha a não ser matar seus inimigos a fim de que eles não o seguissem para sua Terra e fizessem o mesmo por lá. Ao fim da aventura ele leva a Matriz, já bem debilitada pela batalha, de volta com ele. Quando se recupera, ela passa a agir como Supergirl em seu novo lar.

É incrível como essas histórias são clássicas, marcantes, divertidíssimas… e cheias de furos no roteiro. Acho que o Byrne soube nos enganar tão bem, que conseguiu nos convencer de tudo o que ele queria. Pra começar, se o Superboy era de outro universo, como a Legião sabia de sua existência? A explicação: os registros históricos ficaram confusos com o passar dos séculos e essas aventuras do Superboy que deveriam ser apenas ficção chegaram a eles como sendo verídicas. Ok, ponto. Já está explicado. Nem precisava criar um Universo Compacto então. Mas que graça teria?
Sobre o assassinato dos criminosos Kryptonianos, (Saiba mais aqui) vale ressaltar que o Superman os havia exposto a Kryptonita Dourada, aquela que segundo dizem, retira DEFINITIVAMENTE os poderes de um kryptoniano. Ou seja, havia outra forma de tentar resolver a situação. Sim, entendo que havia muito em jogo… ele preferiu não arriscar e os executou com kryptonita verde. Também entendo que em casos estremos, não reste outra escolha senão matar um adversário para preservar um bem maior. Mas nesse caso… havia outra forma… não havia?

Essa variação da capa já foi usada algumas vezes por Byrne… o interessante aqui é notar que a formação dos membros da Legião escolhida por ele é similar ao Quarteto Fantástico. Temos o Coisa e Bloko, Solar e Tocha Humana, Mulher Invisível e Rapaz Invisível e Brainiac V e Senhor Fantástico, dois gênios científicos.
Enfim, apesar desses detalhes nunca devidamente explicados (e outros que prefiro nem comentar), essas histórias estão para sempre gravadas para mim como uma das grandes fases do Homem de Aço, que independente de novas reformulações e Crises, sempre vão continuar valendo em algum aspecto da continuidade. O mesmo vale para a Legião dos Super-Heróis, talvez a equipe que mais tenha passado por “reboots”, porém depois de um tempo o que temos é sempre os conceitos clássicos prevalecendo sobre modismos.
Viva o Multiverso!
fonte: http://osantuario.com/
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