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terça-feira, 2 de abril de 2013

COMPRA DE ARMA CRESCE NA REGIÃO SUL


É isso aí! Se no resto do Brasil os caras olham passivos os bandidos entrarem em suas casas e roubarem suas coisas, maltraterem suas familias e estuprarem suas mulheres, aqui não!!!!!!!!!!!! Bobeou, leva chumbo... GN


ZERO HORA ONLINE 01/04/2013 | 15h53

Contrariando a tendência nacional, compra de armas sobe 21% na Região Sul. O valor médio das transações aumentou cerca de 11%: está em torno de R$ 100 atualmente

Na contramão da tendência nacional, a compra de armas de fogo na Região Sul cresceu cerca de 21% entre 2003, quando foi instaurado o Estatuto do Desarmamento, e 2009. Os dados do estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) aponta uma queda de 40,6% no país.

De acordo com os dados apresentados pelo presidente do instituto, o economista Marcelo Néri, o número de compras de armas de fogo caiu de 57 mil em 2002-2003 para 37 mil em 2008-2009. O estudo se baseia em informações das Pesquisas de Orçamentos Familiares (POFs), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), realizadas nesses anos.

O valor médio das transações aumentou cerca de 11%: está em torno de R$ 100 atualmente. Isso demonstra, segundo o economista, o sucesso do estatuto, que reduziu o número de armas e forçou aumento nos preços das aquisições. A pesquisa foi apresentada na manhã desta segunda-feira na sede do Ipea no Rio de Janeiro, em evento que lembra os dois anos do massacre de 12 alunos de uma escola municipal em Realengo, na zona oeste do Rio.

O estudo mostra que os homens têm oito vezes mais chances do que as mulheres de comprar uma arma, mas a demanda masculina caiu 45,1% após o estatuto. As pessoas responsáveis pelo domicílio têm chances 636% e 154,2% maiores de comprar armas que as dos cônjuges e filhos, respectivamente. A queda em sua demanda foi de 39,1% no período.

Os jovens de 20 a 29 anos superam em 172% as pessoas 20 anos mais velhas na compra de armas, mas a queda da demanda dos jovens foi de 51,2% após o estatuto. Embora tenham menor renda, os analfabetos e as pessoas com até três anos de estudo compram armas com o dobro da frequência observada entre pessoas com 12 anos ou mais estudo. Por estrato de renda, as chances de compra são maiores entre os membros da classe C, que superam em 7,5% e 103% as aquisições das classes AB e E, respectivamente.

A proporção de compradores de armas é 396,4% maior no campo do que nas metrópoles. Por sua vez, empregadores e trabalhadores por conta própria têm chances 219,7% e 59,9% maiores que a dos empregados privados.

— A maior percepção da necessidade de proteção do patrimônio talvez explique o resultado — comenta Neri, que também ressalta a queda nas aquisições dos dois grupos.

Contudo, conforme resume o autor, "a compra de armas cai mais onde era maior: jovens, homens, solteiros, de baixa educação e da classe C".


AGÊNCIA ESTADO

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