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Força e Honra

sexta-feira, 15 de março de 2013

De luto, Pastor Maldonado promete honrar apoio de Hugo Chávez


LUTO

Aqui no Brasil muitos o tinham como reacionário e tirano... mas a imensa maioria do seu povo o ama. Será que ele era t]ao ruim assim? GN 

Presidente da venezuela foi o principal financiador da carreira do piloto de seu país



AFP PHOTO / JOSEP LAGO
Pastor Maldonado promete honrar apoio de Hugo Chávez

Apenas alguns dias depois de assistir ao funeral de Hugo Chávez, presidente da Venezuela e principal financiador da sua carreira, o piloto Pastor Maldonado foi para o outro lado do mundo disputar a abertura da temporada 2013 da Fórmula 1. Neste domingo, com a realização do GP da Austrália, no circuito de Melbourne, ele vai para seu terceiro campeonato na equipe Williams.

De luto pela morte do homem que o ajudou a entrar na Fórmula 1, Maldonado se disse determinado a seguir com os esforços de Hugo Chávez de tornar a Venezuela uma força do automobilismo mundial. "Ele era um grande defensor da Fórmula 1, apoiando não só a minha carreira, mas cerca de 50 pilotos em todo o mundo", disse o venezuelano.

"Estamos tentando fazer o nosso melhor para compensar a Venezuela com alguns bons resultados. É muito triste para todo o país, para mim também. Precisamos continuar trabalhando duro, especialmente para o país, que está tendo um grande momento em termos esportivos", completou Maldonado.

Hugo Chávez foi fundamental para Maldonado chegar à Fórmula 1, direcionando recursos da estatal venezuelana de petróleo PDVSA para patrocinar a Williams. Exceto pelos principais nomes da categoria, todo piloto precisa levar patrocinadores pessoais para as equipes.

A morte de Hugo Chávez levou a especulações de que o patrocínio da PDVSA seria encerrado, o que poderia atrapalhar a carreira de Maldonado, mas o piloto garantiu que o apoio financeiro vai continuar. "Muitos na mídia dizem que tudo acabou para mim, mas aqui estou eu", disse o venezuelano. "Começamos agora e precisamos continuar. Antes, as pessoas conheciam a Venezuela pelo petróleo e as mulheres. Agora isso mudou muito."

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