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Força e Honra

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Morre morador de rua que teve 85% do corpo queimado em Caxias do Sul


Espero que os culpados sejam



encontrados e morram de morte muito 



pior. GN



Papeleiro de 45 anos foi atingido pelas chamas na noite de sexta-feira.
Ele vivia na casa improvisada com papelão e madeira há seis meses.

Do G1 RS
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Polícia investiga o caso em Caxias do Sul (Foto: Guilherme Pulita/RBS TV)Polícia investiga o caso do papeleiro que morreu queimado
em Caxias do Sul (Foto: Guilherme Pulita/RBS TV)
O morador de rua que teve 85% do corpo queimado em um incêndio emCaxias do Sul morreu neste domingo (23). Segundo a administração do Hospital Pompéia, onde estava internado na UTI desde a noite de sexta-feira (21), ele teve uma parada cardiorrespiratória e não resistiu. O papeleiro de 45 anos estava na casa onde mora, improvisada com madeira e papelão, quando foi atingido pelas chamas, segundo a Brigada Militar. Ele ainda conseguiu correr para a rua e foi socorrido por frentistas de um posto de gasolina. Uma das testemunhas ouvidas pela polícia disse que viu três jovens passando pelo local pouco antes de o fogo se iniciar.
O papeleiro vivia na casa improvisada com papelão e madeira há cerca de seis meses. Ele montou sua moradia em um terreno baldio no bairro Pio X. Em segundos as chamas se alastraram, conforme relataram as testemunhas. O homem foi internado em estado gravíssimo no Hospital Pompeia. Cerca de 80% do corpo dele foi queimado.
Segundo o frentista Neide Antônio, o morador de rua era uma pessoa pacata e conhecida dos moradores e comerciantes daquela região.
A Polícia Civil diz que só foi informada quatro horas depois do incêndio. O terreno baldio não passará por perícia. A principal pista da investigação, segundo o delegado Joigler Paduano, chefe da força-tarefa dos assassinatos em Caxias do Sul, é o homem que viu o momento em que três jovens passaram pelo local.
A ministra os Direitos Humanos, Maria do Rosário, concedeu uma entrevista à Rádio Gaúcha na manhã deste domingo (23) e disse que vai acompanhar o caso.
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